Aspirador de Gorduras

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quarta-feira, 11 de maio de 2016

É triste, mas é verdade...

Ontem voltei às camisolas de gola alta e à borracha de água quente na cama (uma vez que já tirei o aquecedor do quarto e acho demasiado tótó ter aquecedor em pelo Maio!).
Hoje, além da camisola de gola alta, voltei ao casaco grosso de Inverno, porque a gabardine é demasiado fina para o frio que está! Estou no escritório com duas camisolas de gola alta e o casaco de Inverno vestidos e tenho frio!

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

10 de Novembro de 2015

Sempre defendi que quem não vota, não tem direito de reclamar e opinar sobre o governo escolhido. Sempre votei para deixar a minha marca, a minha opinião, a minha opção/escolha.

Depois do dia de hoje não me apetece votar mais. É um desrespeito pela vontade dos portugueses que quiseram continuar com o trabalho feito até aqui (porque apesar de todos os sacrifícios e austeridade temos estado a recuperar). Depois do dia de hoje percebo que o voto afinal não serve de nada, e eles fazem aquilo que querem de qualquer forma.

Neste momento tenho muito medo do meu futuro e do futuro do país. Prometer mundos e fundos é fácil, levam-se as pessoas na cantiga, e daqui a nada o trabalho dos últimos quatro anos foi deitado completamente por terra.

Até já FMI.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Detesto os dias tristes

Sou definitivamente uma pessoa de verão. No inverno, dias de chuva e muito vento, fico sempre mais triste (e logo eu, que venho de uma família propensa a depressões!).
Detesto vento, mas detesto ainda mais chuva. Apesar de ser uma pessoa de verão, não me importo com aqueles dias em que está frio, mas com sol, daqueles dias em que podemos andar com camadas e camadas de roupa, com uma gola, gorro e luvas quentinhos. Mas esta chuva e vento, a sério?


Quando uma pessoa calça as botas de inverno a 15 de Setembro, é uma tristeza!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Até aqui tinha quase a certeza, mas agora é ponto assente!

Um dia posso vir a mudar muito e voltar atrás com tudo o que vou dizer agora. Mas eu duvido muito que um dia o venha a perdoar. O que ele tem feito é inexplicável, estúpido, repugnante e incompreensível. Como é que um irmão faz isto aos irmãos? Como é que um tio faz isto ao sobrinhos? E pior de tudo, como é que um filho faz isto aos pais?
Não acredito ser capaz de algum dia voltar a estar na mesma sala que ele sem vontade de lhe gritar aos ouvidos, de olhar para ele e o ver como o "herói" que via em pequena.
 
Por favor, deixa-nos em paz e vive a tua vidinha remediada, apoiada em mentiras, cinismo e financiada pelo trabalho de outras pessoas.
 
 
 
(Desculpem a desabafo)

domingo, 19 de outubro de 2014

Coisas que me deixam chocada

Sou uma grande fã do The Biggest Loser. Já sigo na sic mulher desde aí a temporada 4. Na passada segunda-feira começou uma nova temporada, a número 15, e como sempre tenho vindo a seguir.
 
Quem também segue o programa, sabe que na generalidade os problemas que os concorrentes têm são de familiares muito próximos que faleceram com problemas graves, foram vítimas de violência, entre outras coisas. Ou seja, na sua grande parte são problemas que não são controláveis pelos próprios concorrentes.
 
 
O que me deixou chocada, foi ver uma rapariga nova (não me recordo exactamente, mas terá vinte e poucos anos), que refere que era atleta de alta competição em natação, tinha um futuro maravilhoso pela frente na natação... e o que a levou a atingir o peso que a levou a participar no programa? Deixou, recusou, todo o futuro brilhante que tinha pela frente, por um rapaz! What? É preciso ter tanto, mas tanto juízo! Pessoalmente acho que nunca faria nada do género por ninguém, por um rapaz, muito menos! E tenho sinceramente pena que existam raparigas que se deixem "rebaixar" desta forma, que deixem os seus sonhos de lado por um rapaz.
 
E pronto, é isto.

domingo, 16 de março de 2014

Repete lá outra vez, por favor?

Ontem à tarde estive num aniversário com o meu Russo.

Já no final da tarde ele dirigiu-se à mesa dos doces para ir buscar um cake pop, e uma rapariga que o conhece, mas não me conhece a mim de lado nenhum disse-lhe "Olha, como é que tu, um rapaz tão lindo e tão giro tem uma namorada tão....." E não terminou a frase. O "tão..." pode ter milhentas interpretações, é verdade. Mas tendo em conta o início da frase, em que diz que ele é lindo e giro, bem me parece (e a qualquer pessoa) que ia sair asneira da grossa. Pelo que me parece só não saiu porque ela se apercebeu que eu estava a tomar atenção à conversa.

Num resumo muito rápido, ele respondeu-lhe à letra, mas não perguntou o que ela queria dizer com o "tão..." tal como devia ter perguntado, pois não quis estragar a festa de aniversário. A festa era de um primo pequeno do Russo, e por isso estava lá família dele, embora os meus futuros-sogros já não estivessem. Quando chegou a casa o Russo contou aos pais, e já tinha contado ao tio quando ainda estávamos na festa, e claro, todos ficaram chocados! Eu não fiz mal nenhum à rapariga, nem sequer a conheço e mal sabia o nome dela... e ela põe-se a falar de mim assim do nada?



Ponto assente é que quando essa senhora estiver na casa da tia do Russo, nenhum de nós (incluindo os pais dele) volta a pôr lá os pés!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Era uma vez uma gata preta...

Tenho (tinha) uma gata preta. Na minha casa sempre tivemos gatos, lembro-me de começar a ter gatos com cerca de 5 ou 6 anos. Muitas pessoas podem achar "cruel", mas nunca tivemos cuidados especiais com os gatos. Não os vacinamos e não comem comida especial. Talvez se prenda com o facto de vivermos numa moradia. Os gatos passam a maior parte do tempo ao ar livre no jardim, pelos telhados e assim. Geralmente só levamos os gatos ao veterinário quando estão doentes. E se surgir alguma coisa que não seja muito grave normalmente vamos com eles a uma loja de rações de animais e de produtos para a agricultura, que aqui há. O dono da loja percebe bastante de animais, e fica mais barato do que o veterinário. E em 99% dos casos que lá fomos, foram bem sucedidos. Só houve 1 ou 2 vezes em que a situação era mais grave do que pensámos e tivemos de ir mesmo ao veterinário.
Em Março faz 2 anos que uma gata vadia teve uma ninhada aqui no quintal. Ao fim de 2 semanas abandonou os gatinhos bebés e tivemos de os amamentar com um biberon especial para animais. Ao que por isso me apeguei mais a estes gatos. Dos 4 que nasceram, acabámos por ficar com 3. Uma gata preta, que eu pedi para ficar porque era muito linda, uma siamesa com pêlo comprido que o meu pai quis que ficasse, e um gato siamês que não conseguimos arranjar dono.
De há uns tempos para cá a gata preta andava a ficar com peladas pelo corpo e a ficar com a resto do pêlo muito empastado. Ontem a minha mãe decidiu levá-la a essa tal loja para perguntar ao senhor o que lhe devia dar para ela melhorar. Não temos caixa transportadora. O meu irmão levou a gata no colo de carro até lá, e quando lá chegaram a minha mãe pegou nela. Entrou na loja e a gata com medo arranhou-a, mordeu-lhe na mão, e fugiu...
E assim ficámos sem gata. Fiquei tão triste! Ainda pensámos que ela pudesse encontrar o caminho para casa, porque por várias vezes outros gatos que desapareceram acabaram por voltar, mas ainda não voltou. Só espero que não morra atropelada e que encontre uma casa onde a tratem tão bem como nós a tratávamos aqui.