Aspirador de Gorduras

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Da terapia

Não tenho ido correr. Detesto andar na estrada à noite. Para andar em estradas com mais luz, há muitos carros a passar, e por outro lado, para andar em estradas com pouco movimento, não têm quase luz nenhuma.
Hoje ganhei coragem e fui correr. Com um top, uma camisola polar e um casaco polar para enfrentar o frio que já se faz sentir lá fora, lá fui.
E as saudades que eu tinha de correr! Cada vez gosto mais de correr. Como diz a Pipoca Mais Doce, naquele tempo em que estou a correr sou só eu e a estrada. Dá para organizar as ideias, dá para não pensar em nada e esvaziar a mente, dá para apenas sentir a música e colocar um pé à frente do outro.
É uma terapia para mim, e não me esqueço que foram as corridas que me ajudaram a recuperar do ataque de ansiedade que tive em Abril, que me ajudaram a seguir em frente, apesar da tristeza que sentia. 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Olá Dezembro!


Este é o mês de:
- Comprar os presentes de natal
- O aniversário da minha mãe
- Passar uns dias de festa em família, no decorrer do natal e da passagem de ano
- Terminar o ano (como é que já passou mais um ano? alguém faça o favor de mandar o tempo andar mais devagar, sim?)
- Continuar a ser feliz com o meu amor
- O nosso terceiro aniversário de namoro. Foram até agora os melhores três anos da minha vida!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

E puf, fez-se o chocapic! – e estou a precisar de férias…

Sempre que pinto as unhas de cor-de-rosa, sinto-me bem, sinto-me melhor, mais bonita, mais mulher, mais poderosa, mais sexy e com mais força para enfrentar os dias que se avizinham. Foi o que aconteceu este fim-de-semana, e espero que esta sensação se prolongue por algum tempo. Os dias têm custado bastante a passar, e tudo o que consiga arranjar que me ajude a passar o tempo no trabalho mais depressa, melhor!

Sinto-me cansada, preciso de férias. Acredito que nem sequer fosse necessário férias “ a sério”, normais. Simplesmente se me deixassem o juízo em paz, se a minha mãe não estivesse sempre a ralhar comigo por tudo e por nada, se eu pudesse chegar do trabalho e relaxar, não pensar em nada, não pensar no trabalho, nem em preocupações de casa, já não precisava assim tanto de férias para ficar mesmo em casa.

Todos os dias chego a casa e não me apetece fazer nada. Sinto-me cansada, sem forças e em baixo, mas sei que não tenho razão para isso. Se analisar a minha vida diária atualmente, não tenho efectivamente razão para tal. Por isso, sinto que preciso de acelerar a minha vida, dar um boost de energia, ter um projecto em que centrar a minha atenção ou então arranjar algo diferente para fazer, em que me centrar para não pensar no trabalho e nas outras preocupações. Precisava de correr, mas com este tempo é impossível. Precisava de voltar às aulas de spinning no ginásio, mas além do que teria de pagar no ginásio, vou gastar muito mais em combustível e as aulas que existem não coincidem com os meus horários, preciso de ocupar a cabeça, de pôr a música tão alta que não consiga “ouvir” os pensamentos negativos da minha cabeça (como me disse uma vez uma professora). Preciso de lutar para me sentir feliz.

Meu querido número 13, ou o dia em que tirei o aparelho

Se algumas pessoas se pelam de medo do número 13, eu pessoalmente não tenho razão de queixa. Ele tem sido bastante meu amigo ao longo dos anos! Senão, vejamos:
- Com 13 anos, num dia 13 (de Abril) deu o meu primeiro beijo, a um rapaz de quem gostava
- Terminei o meu curso no ano de 2013
- Após 13 meses à procura, consegui um trabalho na minha área
- Comecei a trabalhar neste trabalho que tanto querida, num dia 13 (de Junho)

E tenho a certeza que há muito mais situações das quais não me recordo agora.

Mais uma vez o querido 13 tinha uma surpresa reservada para mim. O dia em que tirei o aparelho ortodôntico!

Não é que tenha sido a pior experiência da minha vida. Não foi. O meu irmão diz que até gostou de andar com aparelho. Eu também. O primeiro ano. Depois perdeu a piada. Mas um dia destes conto-vos tudo sobre a minha experiência com o aparelho. Por agora ainda me estou a habituar a falar, sorrir, comer sem a artilharia toda que costumava ter na boca! E como não podia deixar de ser, ontem o meu querido aparelho resolveu começar a magoar-me novamente com o arame a picar na bochecha, assim só em jeito de despedida, para eu não me esquecer do bom que foi esta minha relação com ele!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Quem serei eu sem aparelho?

Já não me lembro de qual é a sensação de não ter aparelho nos dentes. Já não sei como é comer e falar sem o aparelho, já não sei beijar ou sorrir sem ele. Já o tenho há 2 anos e 8 meses. Nem sequer sei ser a namorada do meu amor, sem aparelho. Durante praticamente todo o nosso namoro usei aparelho. Namorávamos há 2 meses e meio quando coloquei o aparelho. Agora que estou quase a tirar o aparelho penso em quem serei eu sem isto que me acompanha, que faz parte de mim há 979 dias. Às vezes tenho um bocado a mania de ser meio masoquista… Há cerca de 2 semanas comecei a ver-me ao espelho e ainda com o aparelho na boca comecei a sentir saudades de ver os brackets nos dentes! Não sou normal, eu sei! Entretanto vou ter de usar uma contenção amovível superior (a inferior é fixa, no interior dos dentes e já a tenho desde a semana passada, como foi colocada no consultório da dentista, ela “não cobrou nada”). A contenção superior como tem de ser feita num laboratório externo ao consultório da minha dentista, tem de ser paga (incha! Já pagaste pouco pelo tratamento, agora ainda tens de pagar mais 150 euros! E são 150 porque já me tinha dito o valor da contenção, caso contrário tinha de pagar o valor actual pedido pelo laboratório que aumentou os preços, e seriam 200, já com 50 euros de desconto da minha dentista). Na consulta da semana passada perguntou-me então se queria a contenção normal ou estética (transparente). A estética custa mais 50 euros, é mais frágil que a normal (tem de se ter mais cuidado porque facilmente pode partir) e além disso, com os líquidos e as comidas acabará por ficar amarelada e deixará de fazer o seu papel que é tornar-se quase invisível!
Contenção normal, como a que irei usar
 
Sinceramente? Não é pelos 50 euros que custa a mais, é mesmo pela sua fragilidade e por ficar amarelada e com mau aspecto que eu prefiro a normal. A bem dizer, quem andou 2 anos e 8 meses com esta artilharia toda na boca (brackets, arame, ganchos, botões e elásticos), acham mesmo que um ferrinho liso nos dentes superiores, durante 6 meses a 1 ano, me vai chatear assim muito? No fim de contas, o que incomoda é mesmo a parte que fica colada ao palato, e essa existe quer na contenção normal, como na estética, por isso é-me indiferente!

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Olá Novembro!

Este é o mês de:
- O aniversário do irmão mais novo
- As meias quentinhas, a lareira acesa e as castanhas assadas
- Voltar a fazer malha e arraiolos
- Quem sabe atingir um grande objectivo pelo qual tenho esperado já há algum tempo!
- Ser muito feliz com o meu amor
- Continuar a trabalhar, mais um mês inteiro, sem direito a um diazinho sequer de férias
- Continuar a lutar pelos meus sonhos