Há umas semanas a minha mãe convidou-nos para
jantar lá em casa. Como tinha estado no jardim a tirar ervas e estava com uma
roupa mais descontraída, de sapatilhas e o meu R. chegava mais tarde e ia lá
ter directamente, resolvi ir a pé (são 800 metros da minha casa à casa dos meus
pais). Estava com receio de já estar atrasada e estava a começar a ficar frio
(desculpas, desculpas! A vontade é que era muita!), por isso resolvi correr um
bocadinho. Cerca de 500 metros a correr foi o suficiente para me deixar cansada,
mas muito feliz! E de novo com o bichinho do exercício a saltitar dentro de
mim.
Passados alguns dias fomos almoçar a casa dos meus
sogros e acabámos todos a experimentar a nova passadeira que eles compraram.
Mais 1 ou 2 minutinhos a correr em passadeira (que para mim é de longe mais
fácil de correr do que em estrada, embora em estrada seja bem melhor!) – porque
tinha acabado de almoçar e não queria mandar o almoço todo cá para fora! – e mais
uma alimentação do bichinho!
A verdade é que fazer exercício, especialmente
exercício que me leve ao limite (corrida, spinning ou jump) me tem feito imensa
falta, mas continuo a não conseguir estar preparada para ver números na balança
a subir quando fizer exercício. Tenho-me sentido muito instável
psicologicamente e sei que o exercício me ajuda nesse campo. Se esta
instabilidade se mantiver, vou mesmo ter de regressar ao exercício correndo o
risco de ver os números na balança a subir, mas com o intuito de manter a minha
sanidade mental!


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